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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Covardia

Tem dores que vêm,
não sei de onde,
com o intuito único de derrubar...

É a primeira sensação ao acordar
o último pulsar antes do sono...

Não há nada que anestesie,
inexiste álcool, ópio ou droga qualquer
que alivie este mal estar.

Sei que me falta humanidade,
como também sei a angústia
de não saber-te,
de nada poder esperar,
de tanto querer...

Quisera saber dizer:
EU TE AMO!
sem me preocupar com nada;
embora os riscos;
apesar do medo...

Porém, falta-me a coragem!!!!!!!

3 comentários:

Dilmar Gomes disse...

Belo poema, professora.
Um pouquinho triste, mas lindo
Um grande abraço

Democracia & Luta disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Eunice Couto disse...

Obrigada!!!

Já pregavam os poetas românticos que a tristeza era essencial para a produção artística... Isso deve ser porque quando estamos felizes, falamos; quando a tristeza vem, escrevemos... as melhores músicas foram compostas em momentos críticos... Fazer o quê? Este deve ser o tom da humanidade...
Bom fim de semana!!