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sábado, 2 de junho de 2007

Neurótica, sim! E daí???

Existem coisas que o tempo não consegue consertar. E as minhas neuras vivem tão bem comigo, que ninguém conseguirá curá-las. Poderei, um dia, até minimizá-las, jamais extingui-las.
Com certeza já melhorei bastante – em especial nos últimos 17 anos. Porém...
Quando Bruno, meu filho mais velho, era bebê, só não o colocava no caldeirão para esterilizá-lo, pelo receio de queimaduras. Com Ana Carolina, a caçula de 2 anos, permito até a ingestão de algumas “cacacas” inofensivas.
Sou neurótica com o quilo a mais, adquirido nas últimas semanas de frio intenso. Mas adoro meus cachos, apesar da insistência comercial pelas madeixas lisas a qualquer preço.
Tenho chiliques com aquela bolinha de barriga – resquício da gravidez –, mas não me importo com os seios murchos após 2 anos e 3 meses de amamentação.
A casa deve estar sempre limpa e organizada, mas não há nada contra a estante de brinquedos bagunçada ou a busca de um espaço para pisar, no escritório-quarto de brinquedos.
Fico doida se a pequena não comeu, ao menos, uma porção de frutas no dia, porém, vez ou outra, permito um “mommom” antes do jantar.
E assim, vão-se somando loucuras e condescendências, desde que não me digam como devo agir...
Sim! Esta é a maior de todas as neuras: não admito que ditem as regras que vão reger minha vida e meu lar. Sou uma pessoa centrada, responsável ao extremo, sabedora dos meus deveres e também dos meus direitos. Portanto, não me interditem, não me digam o que é melhor pra mim, não me digam como agir...
As regras da minha vida, da minha casa, da minha família, eu mesma faço! E quando erro, sei voltar atrás e corrigir ou desfazer o equívoco.

2 comentários:

O Filho da Revolução disse...

Eu é que sei disso tudo!!!!!
No meu tempo não era assim, tudo tão solto...

;p

Sendo que a neurótica, ainda que agora bem moderada, ainda às vezes dá um trabalho...

;P

A Fernanda disse...

Oh a taurina se refestelando... Tsc tsc...



Huahuahauhauahuaha...

bjinho :**